domingo, 11 de setembro de 2011

TV DDM - Papo Aberto

sábado, 10 de setembro de 2011

Homenagem ao Denis



Video feita em homenagem ao Denis Dutra Marques na ocasião do seu aniversário no ano de 2010!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

NOVINTER

MOMENTOS VIVIDOS PELOS SALESIANOS NO NOVINTER DO INÍCIO DE OUTUBRO!!




El Alfarero

QUERER É PODER (O meu grito silencioso)

Eu quero, eu posso! Será?
Oh vida difícil! Oh vida indecisa!
Será que para alcançar metas,
Basta apenas optar por elas?
Toda escolha passa pelo querer,
Porém sempre com uma conseqüência
Que poderá ser boa ou ruim.
Acredito sim, que querer é poder,
Contudo, analisado, avaliado e decidido.
Nossas escolhas, mesmo que incoerentes,
Não deveriam acompanhar o arrependimento,
Pois sempre nos ensina o querer.
Agostinho impõe uma condição ao querer,
O Amor! Ele inverte os papéis e
Coloca o querer a serviço do poder.
O amor é o poder, é a força, é a origem e a meta.
Se agirmos segundo o amor, o querer
Será claro e o poder será um amigo.
O ideal não é fazer a “coisa certa”,
Mas fazer certo as coisas que queremos,
Ou seja, agir conforme aquilo que me edifica.
Edificar é erguer-se sempre,
Mesmo após as quedas, após o ato frustrado.
Eu quero, eu posso! Será?
Será assim, pois eu Amo,
Se eu amo faço o que eu quero,
E fazer a minha vontade é dosar o querer
Com pitadas de sentimento, gotas de razão e
Uma farta quantia de atitude.
Eu quero! Eu posso!

A MARGEM


Certa vez um viajante passava por uma pequena vila onde havia uma antiga lenda sobre a existência de um valioso tesouro escondido na margem oposta do rio que corria próximo àquela vila. O homem ao tomar consciência da lenda dirigiu-se apressadamente ao rio citado na lenda.
Quando o viajante preparava-se para adentrar naquelas águas escuras e aparentemente tenebrosas, eis que surge um respeitado ancião que vivia na vila e lhe disse: “Se eu fosse você não arriscaria entrar nessas águas amaldiçoadas, este é rio é muito profundo e sua correnteza arrasta tudo o que está a sua frente.” O viajante temeu tal advertência e preferiu aguardar um pouco mais antes de aventurar-se, decidiu ficar e elaborar um plano para chegar à outra margem. Nessa ocasião, a lenda ficou conhecida pela região, de forma que atraiu inúmeros curiosos.
Chegou a vila um forasteiro que possuía conhecimento científico, e dirigiu-se imediatamente ao rio. Ao chegar em sua margem encontrou aquele viajante sonhando, e começou a preparar a sua canoa afim de colocá-la na água e alcançar a outra margem. Quando estava prestes a fazê-lo foi interpelado pelo viajante: “Espero que você não ouse atravessar este rio amaldiçoado com esta canoa, este rio profundo possui uma correnteza feroz, o último canoeiro que tentou atravessar foi sugado pela queda livre como a terra suga a água da chuva.” O forasteiro preocupado com tal colocação po-se a pensar o que fazer para alcançar a outra margem.
Chegou à margem uma equipe de mergulhadores e se puseram a preparar os equipamentos a fim de alcançar a outra margem. Eis que o viajante e o forasteiro se aproximaram da equipe e disseram: “Vocês serão capazes de mergulhar neste rio amaldiçoado? Existem feras horrendas que habitam sua profundeza e devoram qualquer coisa que se atreva a cruzar essas águas.” Ao ouvirem isso os mergulhadores temeram e preferiram rever seus cálculos de mergulho.
Dessa forma surgiram outros e outros que se punham a margem e temiam as águas profundas daquele rio, formando uma multidão que se punha a margem a discutir sobre a maldição do rio, a lenda do tesouro ficara para segundo plano, o assunto principal era o monstro que se tornara o rio.
Der repente, para surpresa de todos que estavam ali, um jovem saiu da margem e ousou pisar na água sem nenhum equipamento, um homem com o seu braço alcançou-o e tocou fazendo com que ele se virasse, a multidão pô-se a discursar sobre a maldição do rio com grande veemência, ao fim do discurso o jovem sorriu, fez um leve acenou com a mão e aumentou os passos rumo a outra margem, a mão e aumentou os passos rumo a outra margem, o povo desesperou-se, esperando o extraordinário a qualquer momento, mas o jovem continuou sua caminhada, sua travessia. O jovem, com água na cintura, no máximo acima do umbigo, chegou até a outra margem, resgatou o tesouro, que era seu por direito, para surpresa e loucura de todos que se punham a margem oposta do rio. Eles não compreendiam, se perguntavam por que, discutiam entre si e permaneciam à margem, enquanto aquele único e simples jovem alegrava-se.
O fato ficou mundialmente conhecido, fazendo com que canais de TV de todo o planeta cobrissem o fato. Contudo, um fato ainda maior chamou a atenção de todos. Quando os repórteres foram entrevistar aquele que se tornara o homem mais rico do mundo, descobriram que ele era surdo.
O jovem desprovido de equipamentos modernos, sem conhecimento técnico, sem muitas ambições, possuía algo que àqueles que estavam à margem não possuíam, a falta de audição. Assim também devemos ser, para sairmos da margem, para quebrarmos paradigmas, mudarmos a condição atual, precisamos estar surdos para as vozes internas e externas. Somente a coragem, a razão e a voz do coração serão capazes de nos ajudar num processo de transformação, em quebrar paradigmas, e nos conduzir a uma vida feliz.

domingo, 28 de agosto de 2011

Mensagem do Colibri


A minha terra é tão bela, mais bela de todas

Banhada pelo Atlântico, pelas matas e pelas flores.

Imponente sobre as copas se encontra o Jequitibá das folhas.

Do céu azul e estrelado o símbolo é o beija-flor.

Na terra dos picos, das montanhas e dos morros,

Contempla-se o Itabira, a Bandeira, o Frade e a Freira.

Terra do sol nascente, da alegria e do aguardente,

Das matas virgens, das orquídeas e do Rio Doce.

A minha terra é tão bela, talvez a mais bela

Terra dos mares, das praias e das ilhas.

Ilhas Trindade, dos Franceses, dos Ingleses e brasileiros,

Praias dos Namorados, do Castelhanos, da Cruz e do Centro.

A minha terra é tão bela, a mais saborosa,

Terra da moqueca, da torta capixaba e do Jean Balaia.

Terra da panela de barro, das goiabeiras, das paneleiras.

Sou da terra onde o tempero é forte, onde a vida tem sabor

A minha terra é tão bela, bela das cores, dos sabores.

Sou da terra onde o céu é mais azul sem o véu,

Sou da terra onde o mar doa todas as manhãs o astro rei,

Brilhante tom vibrante como os pratos tradicionais da nossa mesa.

Sou da terra da fé, das religiões e das bênçãos.

Terra da Penha, mãe das famílias e das procissões,

De São Benedito, das cantigas de roda, dos cultos e dos terreiros.

Terra dos santos, do Espírito Santo, do povo guerreiro.

Minha terra é tão bela, bela terra das festas, dos ritmos,

Terra do congo e da congada, do Reggae com Casaca.

Terra dos sotaques e das culturas, das festas e dos Imigrantes.

Sou da terra onde se baila como as ondas do mar.

Minha terra é tão bela, terra das economias e da prosperidade.

Terra dos portos e dos exportos, do granito e do mármore.

Terra das águas dos grandes peixes e do valiosos petróleo.

Sou da terra dos negócios, dos consórcios e dos sócios.

Sou da terra da pluralidade, da bandeira multicor.

Terra de gente que confia e de um povo trabalhador.

Capital do agronegócio, do abacaxi, do mamão, da cana e do Jacu.

Terra do banco forte, da honestidade, da cultura e da diversidade.

Minha terra é tão bela, terra das riquezas.

Sou da terra dos mulatos de olhos verdes,

Terra de gente simples, dos empresários e dos operários,

Terra de artistas, de Elisa, de Magalhães, de Roberto e Nara Leão.

Sou da terra de tudo, de tantos e de todos,

Sou o colibri mensageiro da terra dos folclores

Que voa por outras terras brasis a cantar,

Sou capixaba, Espírito Santo, terra por Deus abençoada.

sábado, 27 de agosto de 2011

Metade

Que a força do medo que tenho

Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

Oswaldo Montenegro

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

COMUMENTE É ASSIM

COMUMENTE É ASSIM

Cada um ao nascer
traz sua dose de amor,
mas os empregos,
o dinheiro,
tudo isso,
nos resseca o solo do coração.
Sobre o coração levamos o corpo,
sobre o corpo a camisa,
mas isto é pouco.
alguém
imbecilmente
inventou os punhos
e sobre os peitos
fez correr o amido de engomar.
Quando velhos se arrependem.
A mulher se pinta.
O homem faz ginástica
pelo sistema Muller.
Mas é tarde.
A pele enche-se de rugas.
O amor floresce,
floresce,
e depois desfolha.

Maiakovski

terça-feira, 23 de agosto de 2011

DEDUÇÃO


Não acabarão nunca com o amor,
nem as rugas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente.

Vladímir Maiakóvski (1922)

ACADEMIA DA ALMA


Na Idade Média, pairava sobre a sociedade o pensamento de que o corpo era o “cárcere da alma”, acreditava-se que o corpo era o algoz feroz da alma. Muito se trabalhou para que tal mentalidade sofresse uma metanóia. Grandes pensadores e religiosos da época, hoje alguns considerados santos e grande pensadores que influíram no pensamento filosófico, eram adeptos dessa idéia. Castigava-se a carne a fim de alcançar um pensamento puro ou uma alma devota, assim, muitos alcançaram um estado considerado de perfeição.
O tempo se passou, alcançou-se a modernidade, a pós-modernidade, a pós pós-modernidade, enfim, e chegamos na contemporaneidade, e percebe-se que a mentalidade medieval fora superada a tal ponto que os valores mudaram radicalmente. Cuida-se do corpo para que a alma, ou o próprio ego, sinta prazer, satisfação, gozo. Todavia, a preocupação primeira era a exaltação excessiva da alma, e hoje, eleva-se ao supremo grau de relevância o corpo sadio, malhado, bonito, definido, bombado, que se gasta muito dinheiro, etc.
As praças das cidades, lugar do encontro, encheram-se de equipamentos de atividades físicas, espelhos, papos formais, músicas alta e agitada, suor, vitaminas, complementos alimentares, enfim. Não se comem mais as tradicionais comidas nas festas familiares, nas reuniões com os amigos, etc. quanto mais esbelto for o corpo, mais popular, sociável, bonito, simpático é o sujeito. A sociedade o aceita melhor se o indivíduo apresenta tais características. Contudo, questiono-me. O que a sociedade está produzindo? Belos postais recheados de ensaios em corpo violão? E as canções, não as produzem nada mais além da felicidade pessoal no corpo malhado ou do tapinha na cachorra? A metanóia aconteceu, contudo longe de um equilíbrio. O corpo malhado é a nota musical “LA” no diapasão da contemporaneidade. Por que será que o nosso século está marcado pelo auge das doenças psíquicas? Por que será que as doenças da alma estão cada vez mais presentes e freqüentes?
É preciso buscar o equilíbrio entre a saúde da alma, na Idade Média, e a saúde do corpo, no nosso século. Malhar a alma é compor uma canção e os versos de um poema, não ter medo das conversas informais entre familiares e amigos, malhar a alma é deixar algo que seja bom de herança para a geração atual, ou até quem sabe gerações futuras, malhar a alma é produzir reflexões científicas e filosóficas, é acreditar num mundo melhor e lutar por ele.
Existem academias do corpo, as academias do pensamento, porém precisamos difundir as academias da alma, e precisamos enchê-las com nossas contribuições. A academia da alma não é uma instituição, mas tem seu estatuto fundacional na gênese do desejo de ser feliz, física e psicologicamente. As academias da alma curam até câncer e outras doenças físicas, e fazem de seus adeptos pessoas espontaneamente felizes, autenticamente alegres e com o gozo equilibrado.
Malhemos as nossas almas para que elas sejam robustas, esbeltas, como nossos saudáveis corpos. Malhemos nossas almas para percebermos que não precisamos aniquilar ou matar ninguém ou algo para que um aspecto da vida seja elevado. O equilíbrio será alcançado nos exercícios do corpo, da alma e do pensamento.

Projeto "Bote Fé" - JMJ 2013



Jornada Mundial da Juventude

Projeto "Bote Fé".

"Bote Fé" é uma iniciativa da Comissão Episcopal Pastoral para Juventude da CNBB, que justamente com as dioceses, pastorais e movimentos, quer chamar atenção para a evangelização da juventude.

O "Bote fé" vai agitar a capital paulista no dia 18/09, no Campo de Marte, com uma programação especial durante todo o dia e a acolhida da cruz da Jornada Mundial da Juventude que em 2013 será no Brasil.